segunda-feira, 25 de maio de 2015

Para você Constatino

Passei a madrugada pensando em você, no que eu sinto e como me sinto sobre você. Eu não tenho sido tão fiel à esses sentimentos, e não sei ao certo se tenho me comportado assim por desespero para "chamar sua atenção" ou apenas seguindo em frente.
Tenho medo de estar tomando mais uma decisão errada, como aquela vez que você começou a namorar e eu fiquei com o Santiago... até hoje me arrependo daquele evento, do quanto queria voltar atrás e nunca ter me permitido aquele "capricho". Além disso, sei que sou aquele tipo de garota azarada, das quais as piores coisas resolvem acontecer. Já pensou se eu engravido de um cara que mal conheço??? Eu passarei a vida toda imaginando que talvez, talvez, no fim, ficaríamos juntos e aquele rostinho me olhando enquanto o amamento, poderia ser de uma parte sua, de um filho seu!
Tais pensamentos me perturbaram tanto esta madrugada que tive vontade de escrever isto pra você, na verdade não aqui, mas diretamente à você; dizendo que tenho feito besteiras, burrices, saído com caras desconhecidos - não me orgulho disso - e que isso pode acabar mal, então, se você sente algo por mim, além de tesão, que me socorra desse futuro inferno astral e me traga de volta ao lugar seguro: seus braços, ser só sua.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Eu sei que algo não vai bem quando passo mais tempo assistindo à uma série do que estudando minhas matérias acumuladas; porquê fazer isso me causa certo prazer, e eu sei que não é algo normal, quando a mesma série que me dá este tal prazer me faz chorar como um bebê, no meio da temporada.
É certo que existe algo errado. Estou me enganando! Me machucando, e possivelmente machucarei alguém também.
Mas estou dividida, não sei se é medo ou se simplesmente estou fazendo mais algumas escolhas erradas. Sair da minha zona de conforto é sempre doloroso, então talvez esteja confundindo tudo... ou talvez não!
Há algo de muito errado quando você tenta se permitir e mesmo assim é assombrada pelo passado. Há algo muito incerto quando se começa mal. E principalmente, há de se estar errado, quando o que nos move não é a paixão e sim desprezo.
Encontre a raiz do problema, antes que ela contamine todo o corpo e não se possa curá-lo! 

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Dos fins

E já são tantos finais, que ninguém mais acredita...
Eu no entanto, sofro todas às vezes como se desta vez fosse "pra valer"!
Sinceramente, eu não sei por qual a gente faz isso... Nos afastamos e reaproximamos com tanta facilidade.
Li uma coisa que dizia que quando é pra ser, não tem esses lances de "vai e vem", vem e fica, e ponto!
Mas com a gente não. Não nos levamos à sério! Brigamos, falamos coisas sérias um para o outro; eu apago os números dele do meu celular, choro muito e prometo que é a última vez. Daí, num dia qualquer, ele me liga, nós brigamos pelo celular, ele insistir em me ver, e quando nos encontramos, já estamos juntos mais uma vez.
Eu queria ser a mulher da vida dele, sabe? Dizer a ele, que eu posso esperar esta confusão na cabeça dele passar, pois estas coisas também se passam na minha. Dizer que não acho, eu tenho certeza, que nunca, ninguém vai amá-lo como eu: com todos os defeitos, manias e comportamento esquisito.
Gritar pra ele, que não só gosto e sou louca por ele... EU O AMO!
E por todas essas razões, me parece difícil e doloroso dizer "adeus" - outra vez.
É doloroso, por achar que acabou mesmo, que não somos isso, muito menos aquilo. Que a resposta para aquela minha pergunta, é que nos acomodamos, e não que é amor ou que a gente não consegue ficar longe um do outro.
Eu queria ser sua... pra sempre sua, porque é assim que sinto, pertencente à você! 
Mas eu sinto, que devemos fazer isso: Acabar. De verdade sabe, seguir nossas vidas, caminhos diferentes; e um dia, quando o tempo curar ou melhorar o que é necessário, a gente pode olhar um para o outro e ter certeza de onde deve estar.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Das coisas que se passam na cabeça...


Sócrates disse “uma vida não examinada não vale a pena ser vivida” algo mais ou menos assim; mas às vezes me parece muito assustador fazer isso, pois certas vezes minha vida não oferece sentido real; dá pra entender?
Eu simplesmente não sei quem sou, o que realmente quero na maior parte do tempo, e isto é aterrorizante. Meu foco fica embaçado facilmente e logo depois não sei mais visualiza-lo e não reconheço mais o “antigo” desejo... O que fazer quando devidas coisas perdem a “luz”, quando você perde a vontade o interesse em coisas que são tão essenciais à vida?
Em alguns momentos acho que sou doente, outras que sou apenas P A T É T I C A!!! Ou será uma doença genética? Será preguiça? Comodismo?
Contudo, eu gostaria mesmo é que fosse algo além de imaturidade.


Eu sou sua menina, viu?! ♫








domingo, 15 de junho de 2014

Ainda e Sempre

Eu já me aborreci com ele por diversas vezes. Já chorei, gritei e jurei que nunca mais ficaria com ele. Ruum, que nada! Eu nunca fui fiel aos meus planos quando eram sobre ele...
E agora, passado “tantos anos”, cá estamos nós, tentando dar certo pela milésima vez. E eu ainda me sinto como se fosse a primeira tentativa.
Tenho receios, me sinto insegura e muitas vezes acho que é tudo comodismo, ilusão, que não é pra ser.
Devíamos ter certeza sobre as coisas do coração, não? Tá, seria menos interessante, mas com certeza, mais seguro!