segunda-feira, 30 de junho de 2014

Dos fins

E já são tantos finais, que ninguém mais acredita...
Eu no entanto, sofro todas às vezes como se desta vez fosse "pra valer"!
Sinceramente, eu não sei por qual a gente faz isso... Nos afastamos e reaproximamos com tanta facilidade.
Li uma coisa que dizia que quando é pra ser, não tem esses lances de "vai e vem", vem e fica, e ponto!
Mas com a gente não. Não nos levamos à sério! Brigamos, falamos coisas sérias um para o outro; eu apago os números dele do meu celular, choro muito e prometo que é a última vez. Daí, num dia qualquer, ele me liga, nós brigamos pelo celular, ele insistir em me ver, e quando nos encontramos, já estamos juntos mais uma vez.
Eu queria ser a mulher da vida dele, sabe? Dizer a ele, que eu posso esperar esta confusão na cabeça dele passar, pois estas coisas também se passam na minha. Dizer que não acho, eu tenho certeza, que nunca, ninguém vai amá-lo como eu: com todos os defeitos, manias e comportamento esquisito.
Gritar pra ele, que não só gosto e sou louca por ele... EU O AMO!
E por todas essas razões, me parece difícil e doloroso dizer "adeus" - outra vez.
É doloroso, por achar que acabou mesmo, que não somos isso, muito menos aquilo. Que a resposta para aquela minha pergunta, é que nos acomodamos, e não que é amor ou que a gente não consegue ficar longe um do outro.
Eu queria ser sua... pra sempre sua, porque é assim que sinto, pertencente à você! 
Mas eu sinto, que devemos fazer isso: Acabar. De verdade sabe, seguir nossas vidas, caminhos diferentes; e um dia, quando o tempo curar ou melhorar o que é necessário, a gente pode olhar um para o outro e ter certeza de onde deve estar.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Das coisas que se passam na cabeça...


Sócrates disse “uma vida não examinada não vale a pena ser vivida” algo mais ou menos assim; mas às vezes me parece muito assustador fazer isso, pois certas vezes minha vida não oferece sentido real; dá pra entender?
Eu simplesmente não sei quem sou, o que realmente quero na maior parte do tempo, e isto é aterrorizante. Meu foco fica embaçado facilmente e logo depois não sei mais visualiza-lo e não reconheço mais o “antigo” desejo... O que fazer quando devidas coisas perdem a “luz”, quando você perde a vontade o interesse em coisas que são tão essenciais à vida?
Em alguns momentos acho que sou doente, outras que sou apenas P A T É T I C A!!! Ou será uma doença genética? Será preguiça? Comodismo?
Contudo, eu gostaria mesmo é que fosse algo além de imaturidade.


Eu sou sua menina, viu?! ♫








domingo, 15 de junho de 2014

Ainda e Sempre

Eu já me aborreci com ele por diversas vezes. Já chorei, gritei e jurei que nunca mais ficaria com ele. Ruum, que nada! Eu nunca fui fiel aos meus planos quando eram sobre ele...
E agora, passado “tantos anos”, cá estamos nós, tentando dar certo pela milésima vez. E eu ainda me sinto como se fosse a primeira tentativa.
Tenho receios, me sinto insegura e muitas vezes acho que é tudo comodismo, ilusão, que não é pra ser.
Devíamos ter certeza sobre as coisas do coração, não? Tá, seria menos interessante, mas com certeza, mais seguro!


"Constantino"



...e só poderia me lembrar dele: ainda e sempre.

Eu sei, já faz um tempinho que eu não venho aqui. A razão não seria falta de vontade, mas sim, as circunstâncias da vida.
Falando nela, não posso negar que estar melhor, muita coisa aconteceu – e ainda acontecem!

Porém, eu ainda vejo no espelho uma garota imatura e insegura, e isto me atormenta a alma.
Mas tenhamos calma, fé e paciência...