quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Pequenininho do Tamanho de um Botão

Eu passava a mão pelos cabelos dele, descia pelo rosto, tocando e observando cada detalhe da sua face; olhava fixamente para os seus olhos, numa tentativa de jamais esquecer cada detalhe, de guardá-lo para sempre em mim. E ele sem saber, me questionava o porquê de tamanha observação. Me aproximei e comecei a beijá-lo, com cuidado, como que fazendo carinho, e esses beijos tinham sabor de saudade!
Não seria exagero dizer que foi a coisa mais mágica que me aconteceu esse ano. O encontro não programado, a cumplicidade e toda espontaneidade que tínhamos.
Não havia nada que me atraísse nele, e logo depois, como que por ironia da vida, extamente tudo que pertencia e vinha dele, era muito bom e o suficiente para me deixa feliz.
Era simples, meigo, com uma mistura de ausência e total presença. O silêncio falado, os detalhes harmônicos!
Não irei dizer que foi paixão e muito menos que foi amor. Mas ousarei dizer que foi "destino"; daqueles tipo de coisa que tem que acontecer.
Mas a razão, o motivo, isso eu ainda não sei, não enxergo e nem entendo.
Optei por deixá-lo solto, sem expectativas ou cobranças. O tempo o levará para longe, ou trará de volta o meu Pequeno grandioso!

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