domingo, 22 de julho de 2012

Um mês!


Os últimos trinta dias pareceram mais uma prova de resistência...
Inicialmente, gritei, chorei e depois xinguei você de tudo que foi nome. Depois eu silenciei, e nesse silêncio, inaceitavelmente, senti sua falta e cheguei até a pensar: “eu quero ele, assim pode ser também, contanto que esteja em minha vida!” Daí, percebi que estava enlouquecendo; como podia isso, depois de mais uma imensa dor, despedaçada, querer você, aceitar você, pior:  implorar você?
Mas com o passar dos dias, a dor vai se alojando e fazendo parte da sua rotina de uma maneira que vira tristeza. E tristeza a gente aceita parcialmente, a depender do ritmo... Não vou mentir: fiquei triste MESMO! E mastigava essa tristeza, essa falta todos os dias.
Até que um dia lembrei que nessa pele morena jambo o que cai bem é FELICIDADE. Pois bem, decidir construir felicidades; lançar as sementes no chão, terreno fértil, entende? E fazer isso, não significa que a dor passou, só  diminuiu.
Mas eu sou daquele tipo que tem fé, que acha que um dia vai acordar e lembrar  e RIR.
Rir, porque fui imatura, carente e insegura de acreditar em você mais uma vez.
Rir, ao concluir que tanta “saudade” e lágrimas foi exagero.
Rir, ao lembrar que sempre foi você que não servia pra mim.
RIR DE ALEGRIA ao ver a vida melhor assim!!!

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